Blógico!

Pensamento, cultura, artes, boas notícias

Pétala

Por um instante és Pétala
E sou eu quem diz teu nome clandestino
Pra que o tempo te busque
E não haja em mim senão teu nome

Não seja senão teu gosto
Pendão do desgosto de não senti-lo
Quando destilo e desisto de lutar

Não sinta senão teu cheiro
Que toda esquina traz
Vem traiçoeiro, me atravessa e jaz

Por um instante não tens espinhos
E sou eu quem te fere com os dedos
Enquanto brotam linhas à ponta da língua

Ervas daninhas
Da escência que mingua à ausência tua.

Pablo Ramos 

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30-01-08 - Posted by | Poesias

1 Comentário »

  1. Parafraseando outro gênio da arte popular brasileira,
    tão analógico em suas palavras doces ao c referir as
    rosas como c fossem mulheres aí vai um pouco de recordar
    é viver…”Eu queria ser uma abelha pra pousar na tu flor
    (aja amo-or, aja amor)…fazer ZUM-ZUM na cama sem gemer,
    sem sentir do-or(aja amo-or, aja amor)…aja amor pra
    plantar, aja amor pra sorrir, aja amor, seja flor, anjo do
    céeeeeeeeeeu!…” – Luís Caldas.
    bj grande Pablo e vida longa ao seu Blog, ora mais..lógico!
    😉

    Comentário por Carol Siqueira | 31-01-08 | Responder


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