Blógico!

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Santa barbárie !!!

Agora que o carioca começa a se dar
conta do nível bélico atingido na guerra
cootidiana – agora que não chovem apenas
balas, mas também aeronaves… Agora…
E AGORA???!!!
Já esquecíamos o último rompante de
violencia, não sei se Garoto arrastado,
Bebê fuzilado pela polícia, Roubo de
armas no quartel ou Sequestro do 175…
Sei que quando já esquecíamos, um
helicóptero da polícia militar caiu em
nossas cabeças, explodindo no campo das
consciênias amortecidas.
Décadas de exclusão sistemática
transformaram o Rio de Janeiro em palco
do bárbaro espetáculo carioca deste
começo de século: território fragmentado
e ocupado por organizações criminosas
armadas; população vítima impotente de
confrontos sem fim; classe média
confinada em casa ou nos shoppings e
ricos gastando rios caldalosos de
dinheiro em fortalezas, blindagens,
cãmeras, sensores e alarmes – comprando
a melhor proteção enquanto o resto da
população faz o que pode com precauções,
orações e Lexotan.
Sempre soluções particulares (com
excessão das orações em nome de todos)
para um problema que é público.
Desde o início dos anos 90 o discurso do
“privado-acumulativo-o-social-é-
consequência” vem sido martelado e
repetido. Precisamos do onze de setembro
para questionar verdades absolutas que
vinham guinando o mundo para o suicídio.
Mas participar saiu de moda.
Pois é participação da popuação o que
falta para esta e tantas outras
metrópoles superarem a doença de ser
violento, seja atirando ou excluindo,
ferindo ou se omitindo, roubando ou
abandonando, sequestrando ou esquecendo.
Não fazer nada também é uma violência.

Agora que o carioca começa a se dar conta do nível bélico atingido na guerra cotidiana – agora que não chovem apenas balas, mas também aeronaves… Agora… E AGORA???!!!

Já esquecíamos o último rompante de violência, não sei se Garoto arrastado, Bebê fuzilado pela polícia, Roubo de armas no quartel ou Sequestro do 175… Sei que quando já esquecíamos, um helicóptero da polícia militar caiu em nossas cabeças, explodindo no campo das consciências amortecidas.

Décadas de exclusão sistemática transformaram o Rio de Janeiro em palco do bárbaro espetáculo carioca deste começo de século: território fragmentado e ocupado por organizações criminosas armadas; população vítima impotente de confrontos sem fim; classe média confinada em casa ou nos shoppings e ricos gastando rios caudalosos de dinheiro em fortalezas, blindagens, câmeras, sensores e alarmes – comprando a melhor proteção enquanto o resto da população faz o que pode com precauções, orações e Lexotan.

Sempre soluções particulares (com exceção das orações em nome de todos) para um problema que é público. Desde o início dos anos 90 o discurso do “privado-acumulativo-o-social-é-consequência” vem sido martelado e repetido. Precisamos do onze de setembro para questionar verdades absolutas que vinham guinando o mundo para o suicídio.

Mas participar saiu de moda. Pois é participação da população o que falta para esta e tantas outras metrópoles superarem a doença de ser violento, seja atirando ou excluindo, ferindo ou se omitindo, roubando ou abandonando, sequestrando ou esquecendo.

Não fazer nada também é uma violência.

Presença dos deputados da Alerj

Email do seu deputado estadual

Plano diretor da Cidade do rio de Janeiro

Transparência Olímpica – Rio 2016

Ouvidoria da Polícia Militar

Ação da cidadania contra a fome, a miséria e pela vida

CUFA _ Central Unica das Favelas

Uma triste versão carioca para o 11 de Setembro

Uma triste versão carioca para o 11 de Setembro

Pbl.

No próximo post: Nós adoramos os bandidos…

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19-10-09 - Posted by | Desabafo, política

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