Blógico!

Pensamento, cultura, artes, boas notícias

Se é Bayer é BUM !

Porque será que não saiu no Jornal Nacional ???

 Durante o 23º Congresso de Entomologia (ciência que estuda os insetos), realizado no final de setembro em Natal (RN), estudantes e artistas fizeram um excelente protesto em frente ao stand da Bayer. A criativa militância conseguiu chamar atenção de cientistas e estudantes que circulavam.

O protesto foi filmado e devidamente youtubado, vale a pena conferir como a militância oplítica está presente e, o que é melhor, renovando-se no país.

São meia dúzia de esclarescidos no meio da multidão indiferente? Sim, mas hoje contam com a INTERNET !!!

Veja, depois informe-se… Então comente e participe. Se morrerem nossas consciências, o que restará?

Para se informar:

Pesqwuise por “Bayer abelhas”

Trangêncos no site do Greenpeace

“Transgenic crops” no Google Acadêmico

O MUNDO SEGUNDO A MONSANTO
vídeo completo no Youtube

Pbl.

 

 

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11-11-10 Posted by | Ciência e Tecnologia, Denúncia, política | , , , , , | Deixe um comentário

Baixe qualquer disco: rápido, fácil e democrático !

Pela democratização da músicaDepois de passado o luto pela morte da comunidade Discografias Completas do Orkut e de ter anunciado os blogs de música como novos pólos de liberdade para a troca de arquivos, tenho a felicidade de anunciar que descobri uma forma inusitada de conseguir discos pela internet. Não é preciso ir a endereço algum e ficar catando o nome dos artistas e discos. Os sistemas de busca já existentes podem ser usados para encontrarmos facilmente o que queremos nesses blogs.

Se pedirmos nome de artista e álbum ao oráculo (também conhecido como Google), os links que aparecem são invariavelmente de sites que vendem os discos ou os arquivos (americanas, submarino, amazon etc). Porém, catando capas para os discos que tenho aqui em casa, descobri uma coisa incrível:

Basta pedir a busca de imagens do Google, com artista e álbum, para encontrar de cara inúmeras capas do disco. Quase sempre os primeiros resultados são de imagens postadas… em blogs de música!!! Geralmente, em três ou quatro cliques podemos encontrar o álbum procurado, disponível para download, e ainda conhecer um novo blog, com grande acervo e outros discos postados regularmente. Grande parte do acervo desses blogs é de discos que não etão no circuito oficial da grande mídia, o que nos permite conhecer artistas e obras dos quais não teríamos notícia pelos anúncios de TV.

Pode buscar discos antigos, vinis que sua mãe escutava ou obras raras: é quase certo de encontrar, além de ser mais fácil e rápido que a busca nas comunidades do Orkut.

Vá em frente, busque,  baixe, ouça, passe adiante. Quando as gravadoras se derem conta e moverem a pesada máquina judicial para acabar com essa liberdade, já haverão outras tantas formas de trocar músicas.

E antes que eu me esqueça… Pirata é a mãe!!!!

A pesquisa de imagens do Google permite encontrar as capas do álbum, que nos levam direto aos blogs de música. A democratização é irreversível, senhores tuhbarões da mídia !!!!

A pesquisa de imagens do Google permite encontrar as capas do álbum, que nos levam direto aos blogs de música. A democratização é irreversível, senhores tuhbarões da mídia !!!!

02-10-09 Posted by | blogs, Ciência e Tecnologia, política | Deixe um comentário

Black Power

googleblackEm Janeiro de 2007, o blog Eco Iron postou uma teoria interessante, a respeito de quanto o mundo economizaria de energia se o site de maior visitação no planeta usasse sua pãgina toda preta, no lugar de toda branca. O site em questão é nada menos do que o Google. Com título de Black Google Would Save 750 Megawatt-hours a Year (O Google preto salvaria 750 megawatts-hora por ano), o post não tinha preteção alguma senão falar sobre o que seria possível fazer pelo planeta com uma economia irrisória da parte de cada um.

O conceito de “cada um fazendo a sua parte” é conhecido, e seria apenas mais um post interessante se a Heap Media não tivesse aproveitado a idéia para desenvolver uma página de pesquisa que exibe os resultados do Google em uma interface toda preta. O Blackle.com não foi o único a seguir a onda, pois logo surgiu o GoogleBlack, uma página inicial do Google com fundo preto.

A idéia é colocar a página inicial do computador em uma dessas versões, já que ao entrar em uma página toda preta estaríamos economizando cerca de 15 watts de energia. Pouco? Não se juntarmos com todos os acessos diários que o Google registra.

Uma idéia simples capaz de ffazer a diferençca, e que vem repercutinho no mundo desde o ano passado.

Vale a pena participar – porque o mundo esá mudando para melhor, e é bom que façamos parte dessa mudança.

Pbl.

20-04-09 Posted by | Ciência e Tecnologia, Mundo melhor | 1 Comentário

Inclusão real – O outro lado da moeda

É lindinho imaginar o mundo em que cada indivíduo estará integrado à Rede Mundial (que já não é uma rede de computadores, mas uma rede de comunicação, pois que abrange computadores, telefones, geladeiras, portas, cafeteiras…) mas fico espantado quando vejo a banalização de expressões generalizantes como “todos vão poder…”, “todos vão estar…” ou “todos vão ter…”

Impera nas classes média e alta a sensação de que “todos” têm acesso à rede de computadores e suas facilidades – isso é fruto do pensamento auto-centrado e excludente que nos faz esquecer daquela pequena parcela de 94% da população mundial que nunca entrou na internet, ou dos 50% que nunca falaram ao telefone. Isso mesmo, metade das pessoas no mundo nunca falou ao telefone!

Então, antes de nos regozijarmos com este admirável mundo novo, vamos pensar um pouco naqueles que estamos deixando para trás, nos escombros do mundo velho. Não há como todos terem celulares de última geração, carros ou tudo que a publicidade promete – mas há como todos terem conforto, há como ninguém ter necessidades básicas não atendidas. Basta que não nos deixemos iludir por promessas de luxo, que não nos deixemos anestesiar por ilusões vendidas a cada dia de que o acesso à informação é universal… NÂO È! Basta ver o trabalho hercúleo que entidades como o Comitê Pela Democratização da Informática tem para disseminar o acesso aos novos meios, ou abrirmos os olhos para a verdade nua e crua de que, enquanto eu estou no ar-condicionado blogando para meia dúzia de pessoas esclarecidas, há uma multidão interminável de abandonados e esquecidos, para quem viramos as costas todos os dias, que sequer têm comida todos os dias ou água encanada em casa.

Movimentos como as Blogagens Coletivas são importantes para organizar e mobilizar aqueles que podem fazer algo, contanto que não se limitem a fazer com que alguns escrevam parcas linhas (coerentes ou não) sobre essa indignação tipo mosca-sem-asas (que não ultrapassa a janela de nossas cassas).

Piraí é uma cidade pequena do interior do Estado do Rio em que as escolas públicas têm tecnologia de ponta em profusão e não sofrem roubo ou depredação, pelo simples fato de que todos têm acesso a esta tecnologia, oferecida com base pedagógica e política. Lá, o pescador acessa a rede em terminais públicos para saber das marés e a faxineira da escola, onde cada criança tem seu computador pessoal para os estudos, busca receitas e confere os e-mails.

Patrícia Saldanha, pesquisadora que estudou aquela cidade digital para seu doutorado, ao perguntar à faxineira se ninguém roubava as máquinas, ouviu a brilhante resposta: “Quem vai roubar, se todo mundo usa?”

Democratizar tecnologia não é ter à venda os celulares mais avançados da Claro, é garantir acesso de forma planejada e com participação intensa da sociedade Civil, como se vê em Piraí.

Então quando alguém me diz “incrível, hoje todos têm acesso à informação de forma instantânea” eu respondo – “Pelo menos em Piraí, todos têm sim”

Para que todos tenham tudo,
tudo deve ser de todos.

Veja o programa de André Trigueiro sobre a experiência de Piraí.

Site de Piraí – Cidade Digital

Portal da Inclusão Digital do ME

Pbl.

Créditos das imagens
Site da Prefeitura do Rio – POrtal da Inclusão Digital
Blog PanTec – provavelmente copiada de alguma agência de notícias
Site do Comite pela Democratização da Internet


02-04-08 Posted by | Ciência e Tecnologia, Crônica geral | , , , , , | 3 Comentários

Nós flutuantes – um lado da moeda

O avanço tecnológico permitiu ao longo das últimas décadas a criação e expansão de uma incrível rede de computadores que, a cada dia, abrange novos e remotos pontos do planeta, num processo de conclusão imprevisível (o mais provável é que o processo não se conclua). Paralelamente, a telefonia móvel se desenvolveu a níveis inimagináveis até alguns anos atrás. Como resultado, a comunicação tornou-se algo fácil, acessível e barato.

Os anúncios da Claro, recentemente veiculados, prometem a chegada do Futuro com letra maiúscula, esse que habitou sonhos de crianças e adultos. Se não temos ainda carros que voam, tão esperados para o ano 2000, a possibilidade de falar num aparelinho vendo o rosto do interlocutor, ao vivo, é simplesmente emblemática! Enfim entramos nas telas de nossas própria ficção científica e o “alô-código” em breve será o “oi” de um encontro casual.

Porém um ponto importante costuma ser negligenciado nas discussões sobre os avanços da telefonia móvel: A popularização generalizada do uso de celulares e PDAs corre paralela à total convergência entre o computador e o telefone: aparelhos cada vez mais possantes e capazes de processamento de todo tipo de informação, agora capazes de acesso à rede mundial, tornarão cada indivíduo (e não mais cada máquina) um nó da rede sem local de acesso fixo.

Na revista MagAzine deste mês há uma série de anúncios de sistemas de controle remoto de quase todas as funções da casa, pelo celular. Algumas companhias já vendem objetos dos mais banais, como portas e cafeteiras, equipados com chips GSM, para controle remoto de suas funções via celular. Recentemente um “colaborador” da Conspiração Filmes hospedou, a título de teste, um site em seu I-Fone. Ou seja: quando um usuário digitasse o endereço eletrônico, o site seria lido do celular dele! Para isso o aparelho teria que estar ligado 24h, mas em breve teremos planos de acesso ilimitado (como a Claro já oferece) cada vez mais baratos.

Há porém a questão dos cavalos-de-Tróia que criam máquinas “zumbis” a serviço de crackers mundo afora – se hoje um sujeito pode vender uma rede de milhões de máquinas infectadas capazes de enviar pacotes para determinado endereço, sem o consentimento de seus usuários, gerando ataques coordenados, imaginemos como se multiplicarão as máquinas “infectáveis” com a entrada em massa dos celulares na Internet!

A telefonia móvel possibilita uma total permeabilidade da rede em nossas vidas, de tal modo que uma pessoa poderá se tornar um nó flutuante por si só, quase um ponto orgânico da rede que a cada dia se confunde mais com o ambiente em que vive.

Amanhã: O outro lado da moeda

01-04-08 Posted by | Ciência e Tecnologia, Crônica geral | 2 Comentários

Frase por um dia

“Gutemberg nos tornou leitores,

A máquina Xerox nos tornou editores

e a rede de computadores nos torna autores”

Marshall McLuhan

06-03-08 Posted by | Ciência e Tecnologia, Frase por um dia | 1 Comentário

Pequeno exercício de hipertexto

Uma nova forma de produzir, dispor, distribuir, publicar, catalogar e acessar informação? Um processo antigo apenas potencializado pelas novas tecnologias da informação? Uma camada de conhecimento tecida sobre toda a humanidade, capaz de nos tornar a todos um ente único?

Qualquer abordagem não poderia deixar de ser, como é o próprio assunto hipertexto, contraditória. Das inúmeras formas de se pensá-lo eu conheço bem pouco, mas algo nisso tudo me parece familiar, uma vez que estou imerso no ambiente tecnológico sem lugar ou tempo que chamamos hiperespaço. Por falar em hiper… Estaríamos inaugurando uma “hiper-realidade?”. Já há quem diga que a Wikipedia é quase tão exata quanto a Enciclopédia Britânica…

Uma coisa é certa: a forma de absorver o conhecimento disponível mudou tão radicalmente quanto é rápida a multiplicação das informações. Ao buscar saber sobre um assunto o internauta pode não apenas escolher o caminho que percorrerá pelas inúmeras respostas à sua pergunta, como também acessar informações sobre assuntos ligados direta ou indiretamente à dúvida inicial em forma de documentos, vídeos, imagens, músicas

Faça um pequeno exercício de navegação hipertextual você também, através desses links (se é que chegou até aqui)

05-03-08 Posted by | Ciência e Tecnologia, Crônica geral | Deixe um comentário

Arte hoje e sempre

Antes da introdução do computador nas artes gráficas, os departamentos de arte utilizavam inúmeros instrumentos e ferramentas para a execução de campanhas, diagramações, ilustrações e montagens, num processo artesanal que exigia, além de criatividade e conhecimentos de artes visuais, composição etc, muita destreza e domínio dessas ferramentas. Montava-se uma simples página de texto com fotografia linha a linha, calculando número de caracteres de acordo com bordas, fonte, espaçamentos, e tamanho da foto – tudo com estilete, régua, cálculos, cola e muito mais, além de ter que encomendar o texto, previamente redigido, a uma empresa, na fonte e blocagem determinadas.

Mas e se algo mudasse no meio do caminho? Daí sem dúvida tudo teria que ser refeito, quase do início outra vez!

Parece mesmo difícil, hoje, imaginarmos tal processo. Mas era assim e não havia o Google Images para facilitar o trabalho de inserir imagens; a ilustração ou foto tinha que estar à mão ou ser produzida. Para se ampliar ou reduzir uma imagem usava-se uma ferramenta chamada prisma, algo parecido com um datashow arcaico que projetava a imagem numa base vertical, na escala desejada, para que se copiasse manualmente! Loucura? Não, limitação dos tempos.

O computador, ao entrar no departamento de arte, veio como nada mais do que uma nova ferramenta, porém uma ferramenta múltipla que substituiu aos poucos (porém muito rapidamente, em termos históricos) quase todas as outras. Com ele passou a ser possível diagramar uma página sem ter que cortar e colar um centímetro de papel, colocar fotos e ilustrações à vontade, dimensiona-las, corta-las e edita-las livremente no espaço disponível com o auxílio da máquina em todos os cálculos de espaçamento, entrelinhas etc. E para o espanto dos diretores da velha guarda, o possante “cérebro eletrônico” também tornou-se capaz de manipular imagens e gerar ilustrações de todo tipo, com texturas de tela e efeitos de tinta! Alguém que nasceu depois de 1990 deve estranhar tantas exclamações, mas a idéia é mesmo demonstrar o espanto com que essas novidades foram recebidas no mercado. Realmente tais recursos revolucionaram não só o modo como se faz arte, mas também a estrutura dos departamentos de arte e a base de qualificação dos profissionais, além, claro, da gama de possibilidades de criação de um layout.

Por fim a Internet coroou este processo trazendo para a palma da mão todo tipo de informação, referência, imagens, fontes e suportes tecnológicos para conceituação, criação, desenvolvimento e execução de idéias. Seria o céu na Terra, porém…

Porém esse processo trouxe, como tudo mais na vida, seu lado negativo: já não é mais preciso especialização para execução de artes e peças de campanha: basta que se tenha uma máquina vendida a preços populares no varejo, com pagamento a perder de vista, para se estar “apto” a fazer propaganda. E a popularização da linguagem visual e de certos conceitos básicos também trouxe a ilusão de que qualquer um pode fazer um anúncio. Para que um conjunto de elementos dispostos na página torne-se um anúncio, porém, deve haver por trás dele muito mais do que um apelo de vendas e algumas vinhetas, deve haver conceito, apelo subjetivo, estudo do problema do cliente, objetivo de comunicação, equilíbrio de cores e massa, simetria, impacto visual planejado, recursos semióticos aplicados conscientemente… Enfim um leque de coisas que não se aprende ao adquirir um PC ou aprender Photoshop. Lembro de ter visto num panfleto, distribuído na Av. Presidente Vargas: “Aprenda Corel Draw e faça campanhas de propaganda!”. E quem já não viu uma placa ou panfleto de gráfica rápida prometendo “sua logomarca em uma hora”?

Tal banalização dos recursos de produção saturou o mercado e tornou a promessa de “mais tempo livre”, mais uma vez, uma falácia – pois há uma infinidade de concorrentes nem sempre (ou quase nunca) qualificados, cobrando preços irrisórios, o que junto com os prazos cada vez mais apertados torna os serões e madrugadas ainda uma rotina em agências, veículos e produtoras.

Mas nada disso matou as artes gráficas ou o bom gosto, pelo contrário temos uma produção cada vez mais rica e diversificada. Também houve esse processo quando da invenção do equalizador de som, quando se ouviam gritos indignados de “agora qualquer um pode fazer sons, mas nada disso é música!”. O processo de nivelamento das aptidões se dará naturalmente, como se deu namúsica. Além disso não acredito que o computador tenha ”tirado a arte” dos processos de edição de imagem por exemplo. Meu pai, fotógrafo, certa vez repetiu para mim o discurso de que “o processo digital e o Photoshop tiraram algo de artesanal da fotografia”.

Desculpe, pai, mas discordo. Ao fazer uma foto digital hoje, imagino que haja mais um processo além dos tradicionais “escolher, enquadrar, clicar, revelar, cortar, ampliar”. Há inúmeros filtros no Photoshop que são injustamente acusados de “anti-artísticos”, mas que no fundo fazem o efeito que se conseguia, antes, chacoalhando o revelador de tal ou tal maneira diferentes – vejo o tratamento digital de uma fotografia, hoje, como era no laboratoria ha alguns anos, só que sem a luz vermelha limitando a visão: o artista gera um feicho de pura luz que chega até ele formando a imagem (a tela), e ali ele manipula cada parte da luz (vermelho, verde, azul) ou da tinta (ciano, magenta, amarelo, preto) para conseguir resultados extraordinários – o artista brinca com a luz que dança à sua frente, ao seu gosto. A primeira coisa que digo aos meus alunos de Photoshop é: Esqueça que está diante de uma máquina, pense na imagem, só nela e no que você quer dela – o filtro que você vai usar aparecerá naturalmente.

Imagino que daqui a algumas décadas poderemos ouvir alguém dizendo: “No meu tempo é que era tudo artesanal, o Photoshop tinha que ser pensado, entendido… Manipulávamos camada por camada, tinha o brush e as canetas gráficas que obedeciam à pressão da mão… Hoje você diz – trate a imagem! – e está tudo pronto!”

Não sei o que o futuro nos revela, mas o presente me parece ótimo!

 

29-02-08 Posted by | Arte, Design, Foto, Ciência e Tecnologia, Comunicação e design | 2 Comentários