Blógico!

Pensamento, cultura, artes, boas notícias

Dilmônica e Serrabolinha… Adivinha quem é o celho!

Sacada do cartunista Vavá,
talento carioca a serviço do riso,
exclusivo para o Blógico.

edwardmeirelles@hotmail.com

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04-11-10 Posted by | Humor, política | , , , , | Deixe um comentário

Frase por um dia

Quem dá aos pobres…
Cria o filho sozinha !


07-10-09 Posted by | Frase por um dia, Humor | Deixe um comentário

Conto exótico

Uma história quase erótica de final feliz.

Eu deitado rente à parede – o lençol branco dançava com nossos movimentos desordenados – ela segurava minha mão e o mundo girando enquanto, aos gritos, eu me perdia – não sabia quem era ou onde estava – sabia o que fazia e só – às vezes distinguia a luz, a cadeira e os olhos dela, mas perdia a noção outra vez quando uma nova onda rompia as represas do meu corpo…

Mas para as coisas chegarem a este ponto não podem ter começado daí. Eu tinha resolvido que naquela noite a faria uma surpresa, um tratamento todo especial. Comecei por baixar as luzes, a casa estava arrumada e aconchegante. Lá fora a chuva beijava a paisagem e dentro de casa o calor não via motivos para se dispersar. Coloquei uma música relaxante, fiz um carinho de leve em sua face, cheguei perto e com um beijo a convidei para o chuveiro. Entramos juntos.

Não tive pressa alguma: Molhei todo o seu corpo olhando-o com desejo. Desliguei a água e a ensaboei inteira, movimentos lentos e amplos com a esponja macia, nas costas, faziam com que ela arrepiasse empinando de leve, olhos fechados num sorriso descansado e maroto. Ela adorou o carinho com que lavei cada parte de seu belo e esbelto corpinho de dançarina, o sabonete cremoso tornava cada contato entre nós uma delícia que prolongávamos com xamêgos e apertões. Passei shampoo em seus cabelos, limpei os pés, demorei-me ao ensaboar as coxas que se ofereciam ao carinho.

– Nossa, ninguém nunca me deu um banho assim… – ela disse em êxtase ao perceber que além da excitação havia um carinho legítimo – e isso nos excitou mais. Ao secá-la, trocamos um longo e profundo beijo, a toalha quase caiu, levei-a no colo para a cama. Incenso, música, meia-luz e ela na cama, deitada de bruços com a toalha enrolada no corpo me olhando como quem pergunta “e agora?”. Uma vela acesa no chão, dentro de uma taça quebrada, dava o toque romântico e informal para que eu apreciasse aquelas curvas. Ah, aquelas curvas… Peguei na gaveta um frasco, ela perguntou o que era. Mostrei o rótulo, um óleo de massagem.

Eu me deliciava com as seguidas expressões de surpresa e deleite que ela fazia enquanto minhas mãos a acariciavam na pressão exata. Primeiro os pés, as batatas das pernas, as coxas. A cada ameaça de subir as mãos pelo meio das pernas ela respondia com uma leve empinada, um gemidinho, uma mexida com o quadril. Brinquei ali um pouco, meus dedos espalhando o óleo em cada parte da virilha, dos pêlos, da bunda. Ela queria mais, todo o corpo pedia por mais… enquanto eu massageava suas mãos e ombros. Por fim desenrolei a parte da toalha que tampava suas costas de ângulos retos convergindo para o quadril calipigio! Ea já estava nua, apenas com um pedaço de toalha por baixo, ainda de bruços já gemia com mais ímpeto, sorriso aberto, totalmente relaxada abria as pernas num convite arrastado. Levantei, vislumbrei mais uma vez seu corpo desejoso, fui ao computador e baixei a música, voltando para a cama aonde era esperado.

Uma dor lancinante me rasgou de baixo a cima, berrei desesperadamente acordando oito vizinhos, não podia ficar de pé, corri para a poltrona urrando de dor – o sangue jorrava do meu pé direito de onde pendia o enorme pedaço da taça quebrada que servira de pedestal para a vela – ela levantou desesperada e nua, correu para acudir e quase desmaiou com a visão do sangue em jatos horrendos – ao se afastar ela quase queimou o pé na vela que, ainda acesa, chamuscava o chão de taco – fui num pé só para o banheiro.

Ela não sabia o que fazer, pedi calma e disse que ia arrancar o pedaço de vidro – ela gritou NÂO! mas eu já arrancava – o sangue tomou metade do chão do banheiro – lavei a ferida sujando toda a pia de um vermelho vivo, pulsante, urgente (foi uma artéria, pensei) – pedi que ela pegasse uma muda de roupa, dinheiro e minha carteira do plano de saúde – rasguei a camisa, amarrei fazendo pressão, em pouco tempo o pano estava todo vermelho – ela repetia MeuDeusMeuDeusMeuDeus enquanto me ajudava a me vestir, pedimos um táxi – previsão para chegada: 20 minutos – não podíamos esperar – dor, muita dor – descemos e fomos pegar um táxi na rua – toca para a Policlínica, dor, muita dor, abre isso, dor, xiii… vai ter que levar ponto! Anestesia, dor, desinfeta, dor, calma meu filho, dor, vamos dar os pontos – o enfermeiro pacientemente aguentando meus lamentos na maca…

Eu deitado rente à parede – o lençol branco dançava com nossos movimentos desordenados – ela segurava minha mão e o mundo girando enquanto, aos gritos, eu me perdia – não sabia quem era ou onde estava – sabia o que fazia e só – às vezes distinguia a luz, a cadeira e os olhos dela, mas perdia a noção outra vez quando uma nova onda rompia as represas do meu corpo – ondas de dor que a anestesia parecia não combater em nada.

Voltamos para casa de manhã. Eu havia perdido muito sangue e atingido um nervo delicado, fiquei três meses usando bengala e até hoje sinto reflexos no pé direito. Demos uma rapidinha sem jeito – dor, muita dor – e fomos dormir – exaustos, não saciados e felizes.

Pbl.

04-05-09 Posted by | Contos, Espelho meu, Humor | 2 Comentários

Choque de(s)ordem

Quem quer manter a ordem? Quem quer criar desordem?

Quem quer manter a ordem? Quem quer criar desordem?

A prefeitura do Rio empreende o famoso “choque de ordem” com ares messiânicos de quem repete a fórmula de fácil aprovação pelas camadas abastadas. Expulsar, proibir, coibor, limitar.. esconder. Nada contra a iniciativa de se pôr ordem na casa, o Rio está mesmo uma bagunça, mas é preciso que fiquemos de olho para eviar duas coisas:

1 – Que a ação suma aos poucos e que a cidade volte a ser a zona que era, sob risco de desmoralizar a iniciativa.

2- Que continuemos pensando que só mendigos, camelôs, ambulantes em geral e arruaceiros contribuem para a “desordem”. O bacana que está por tr´´as do tráfico, o filho da alta classe média que se junta com amigos para bater em empregadas domésticas e eu, por exemplo, também contribuimos para tornar esta cidade uma zona, e precisamos ser repreendidos com o mesmo ímpeto.

Pbl.

28-01-09 Posted by | Crônica geral, Humor | Deixe um comentário

Para morrer… de rir

O pai da minha mãe é irmão gêmeo univitelino do pai do meu pai, ou seja: sou primo do meu pai, sobrinho da minha mãe, e também primo da minha mãe e sobrinho do meu pai, que por sua vez é meio-irmão da minha mãe. Por esse motivo recebi em meu email esse recorte de jornal.

Certamente se trata de uma brincadeira, já que não há fontes nem referências, coisas básicas que uma matéria deve ter. Mas que é engraçado, isso é – além do mais, o sujeito teve um trabalho pra simular o escaneamento de uma folha de jornal.

Ganha uma maçã caramelada quem fizer a árvore genealógica desta família. Clique aqui ou na imagem para ampliar

20-03-08 Posted by | Humor | 4 Comentários

Para divertir-se no avião

Para que sua viagem de avião fique inesquecível (e nada tediosa)

1- Sente-se confortavelmente e espere o companheiro da cadeira ao lado estar instalado.

2- Abra seu laptop em alguma imagem interessante, para que o companheiro da cadeira ao lado dê uma espiadinha na sua tela

3- Acesse a internet com seu navegador preferido

4- Certifique-se de que o companheiro da cadeira ao lado está olhando ainda e…

5- Acesse http://www.thecleverest.com/countdown.swf

6- Agora divirta-se com a cara do sujeito (se não mandarem te prender, claro)

🙂

07-03-08 Posted by | Humor | 1 Comentário